O Pagamento de uma Dívida
Hoje ouvi que um
homem foi assassinado. E o pior: aconteceu próximo a uma igreja. Eu não estava
lá, e por isso não vi nada, mas só de ouvir falar, isso já m e fez refletir um
pouco. A causa do assassinato foi para pagar uma dívida. Pergunto-me como uma
morte, que é perda total, poderia pagar a falta de algum bem material. O credor
não teria o dinheiro ou o objeto de volta, pois o devedor estaria morto, o que
anularia a dívida em questão.
Não sei o que você fez para estar nessa prisão agora, mas sei que você sabe muito bem o que fez. Você planejou tudo aquilo. Nunca fazemos algo sem pensar, não importa por quanto tempo o pensamento ficou em sua mente. Você pensou antes de fazê-lo. E mais. E mais: você sabia que estava errado. Não foi algo que você não entendia as consequências. Antes, sabia o quanto aquele ato afetaria a sua vida.
Não sei como está o seu pensamento sobre você mesmo depois de ouvir um pouco do que eu disse. Pode ser que você tenha perdido a esperança em você mesmo. Pode ser que você ache que não há mais perdão para tudo o que você fez. Eu não estou em uma prisão, e posso não ter feito o que você fez, mas não sou diferente de você. Por ser humano, nasci escravo do meu pecado, e isso sempre me levava a fazer coisas erradas. Pode ser que eu não tenha feito coisas que me levariam para a prisão, mas sei que tenho um coração tendencioso a fazer. Eu não quero te julgar, mas mostrar que há salvação para você, assim como houve para mim. Há uma passagem bíblica que relata o pagamento de uma dívida, e felizmente ela não terminou como a história que contei no início, pois a dívida foi paga pelo genuíno perdão.
“Convidou-o um dos
fariseus para que fosse jantar com ele. Jesus, entrando na casa do fariseu,
tomou lugar à mesa. E eis que uma mulher da cidade, pecadora, sabendo que ele
estava à mesa na casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento; e,
estando por detrás, aos seus pés, chorando, regava-os com suas lágrimas e os
enxugava com os próprios cabelos; e beijava-lhe os pés e os ungia com o
ungüento.
Ao ver isto, o fariseu que o convidara disse consigo mesmo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora. Dirigiu-se Jesus ao fariseu e lhe disse: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. Ele respondeu: Dize-a, Mestre. Certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários, e o outro, cinqüenta. Não tendo nenhum dos dois com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Qual deles, portanto, o amará mais? Respondeu-lhe Simão: Suponho que aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe: Julgaste bem. E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; esta, porém, regou os meus pés com lágrimas e os enxugou com os seus cabelos. Não me deste ósculo; ela, entretanto, desde que entrei não cessa de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta, com bálsamo, ungiu os meus pés. Por isso, te digo: perdoados lhe são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama. Então, disse à mulher: Perdoados são os teus pecados. Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este que até perdoa pecados? Mas Jesus disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz.” Lucas 7:36-50.
Ao ver isto, o fariseu que o convidara disse consigo mesmo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, porque é pecadora. Dirigiu-se Jesus ao fariseu e lhe disse: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. Ele respondeu: Dize-a, Mestre. Certo credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários, e o outro, cinqüenta. Não tendo nenhum dos dois com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Qual deles, portanto, o amará mais? Respondeu-lhe Simão: Suponho que aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe: Julgaste bem. E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; esta, porém, regou os meus pés com lágrimas e os enxugou com os seus cabelos. Não me deste ósculo; ela, entretanto, desde que entrei não cessa de me beijar os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta, com bálsamo, ungiu os meus pés. Por isso, te digo: perdoados lhe são os seus muitos pecados, porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama. Então, disse à mulher: Perdoados são os teus pecados. Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este que até perdoa pecados? Mas Jesus disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz.” Lucas 7:36-50.
O perdão de Cristo é muito maior do que tudo aquilo que você pode já ter feito. Cristo morreu em seu lugar para que os seus pecados fossem perdoados. Não importa o que você fez. Se você reconhecer que os seus pecados te levam para o inferno, e que você precisa da salvação que há somente em Cristo Jesus, você será salvo. Cristo é o único que pode dizer “Perdoados são os teus pecados” e também dizer: “Vai-te em paz” mesmo sabendo o que você fez para ir para a prisão.
Hoje perguntei a uma criança como Cristo fez diferença na vida dela e ela me disse: “Ele me deu paz.” Você pode não ter paz, e eu sei o porquê: o seu pecado tira essa plena paz. Somente o perdão de Cristo pode te dar essa paz. Confesse a Deus os seus pecados e confie em Cristo para perdoá-los. Ele lhe ama muito, por isso morreu por você. Ele pode te salvar se você aceitá-Lo como seu Salvador.
Se você quer fazer essa decisão, comunique ao capelão da sua prisão ou para a pessoa que te deu esse folheto. Mas lembre-se: o perdão é o único caminho para a paz. E o perdão está em Cristo Jesus, o Salvador.
Renata Mota



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